Comprar no crediário vale a pena? Conheça os prós e contras

Comprar no crediário exige cuidados para evitar endividamento

Quem é mais jovem pode até não saber o que é crediário, mas essa modalidade continua sendo utilizada para fazer compras. Atualmente, 10,2% dos brasileiros o utilizam, de acordo com pesquisa do SPC Brasil.

Antes da estabilização da moeda, quando poucas pessoas possuíam conta em banco, a estratégia era mais utilizada. Mas, ainda hoje comprar no crediário também pode valer a pena. Conheça as vantagens e desvantagens do crediário!

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Juros mais baratos

Os juros do cartão de crédito giram em torno de 12% ao mês, já o crediário é de 5,50% em todo o país. Isso ocorre porque as empresas que dispõem dessa forma de pagamento possuem uma reserva financeira a mais. Consequentemente, elas podem cobrar menos pelo financiamento.

Como o crediário envolve uma relação mais direta com o comerciante, muitas vezes, o cliente pode negociar um desconto. Essa possibilidade é ainda maior se o consumidor for fiel e já tiver um bom histórico de pagamento na loja.

Mais prestações

Enquanto o cartão de crédito permite o pagamento no máximo em 12 vezes, há lojas que oferecem a possibilidade de pagar em até 48. O tempo a mais é um aliado de quem precisa organizar o orçamento ou não possui dinheiro no curto prazo.

Por outro lado, se o consumidor acumular muitas prestações, de diversas compras, isso pode comprometer o orçamento. Em virtude disso, é recomendável não fazer mais de três despesas simultaneamente. Esse comprometimento pode ser prejudicial no futuro, caso haja uma situação emergencial.

Menos praticidade

Normalmente, ao comprar no crediário, o cliente precisa retornar mensalmente à loja para pagar a prestação. Ou seja, isso é menos prático do que outras modalidades.

Esse retorno é muito vantajoso aos comerciantes, pois o comprador pode aproveitar para levar mais produtos. Já para quem deseja economizar, vale a pena se atentar para evitar compras desnecessárias.

Comprovação de renda

Para ter acesso ao crediário, o processo pode ser mais burocrático que nos bancos. Nesse sentido, muitas lojas fazem uma análise para verificar se o consumidor pode realmente pagar pelo bem adquirido.

Portanto, conseguir o financiamento da loja não é mais fácil do que qualquer outra modalidade financeira, como o cartão de crédito. Em ambos os casos, o cliente precisa apresentar determinados documentos.

Juros embutidos

Apesar de os juros cobrados pelo crediário serem bem menores que no cartão e no cheque especial, eles não deixam de existir. Há, inclusive, situações que a loja coloca essa taxa no valor à vista. Dessa forma, o comprador não consegue visualizar a diferença entre o preço real e o parcelado.

Em todo caso, se o consumidor tiver a quantia total, vale a pena pedir um desconto para pagar de uma só vez. Assim, será possível economizar com juros, além de evitar o comprometimento dos meses seguintes com o pagamento das parcelas.

Endividamento

Ao abrir crediário, muitas vezes, o cliente não pensa no futuro, apenas em como poderá postergar o pagamento. Embora o parcelamento seja atraente, é necessário muito cuidado ao optar por ele, especialmente se for longo.

Como já dito, essa modalidade também tem incidência de juros, sendo que o não pagamento pode gerar uma dívida ainda maior. Portanto, quitar o financiamento e evitar o endividamento deve ser o foco de quem opta por essa modalidade.

Como pagar crediário

As parcelas do crediário, geralmente, devem ser pagas no próprio local em que ele foi realizado. Porém, há algumas financeiras que permitem fazer o pagamento pela internet, o que garante mais comodidade.

Em todo caso, quando a prestação é paga depois do prazo, ela sofre com juros adicionais. Além de pagar a conta do mês corrente, o cliente também pode antecipar as dos meses seguintes.

Ajuda para pagar o crediário

Quando as contas do crediário se acumulam, é importante, primeiramente, tentar renegociar a dívida. Ignorá-la ou deixar para depois pode prejudicar ainda mais o orçamento, sem contar o risco de o credor colocar o nome do consumidor no cadastro negativo.

Para esse tipo de situação e muitas outras, existe o empréstimo com imóvel de garantia. Com juros baixos, essa modalidade financeira permite que você tome uma quantia até 60% do valor da propriedade.

O refinanciamento ajuda quem precisa trocar uma dívida, como a do crediário, por uma mais econômica. Assim, ao pegar o dinheiro na instituição, o consumidor poderá pagar integralmente a dívida. E se concentrará em quitar esse débito, que tem juros mais baixos.

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