Saiba como evitar a inadimplência

Deixar de pagar algumas prestações da sua aquisição de crédito pode trazer mais problemas do que o esperado

A inadimplência se dá quando um consumidor deixa de pagar alguma conta no período previsto na mesma. A partir do momento em que a validade de um débito se expira, a pessoa passa a estar em estado inadimplente com o mesmo. Na maioria dos casos, é emitida uma outra cobrança com uma taxa de juros embutida.

 

No entanto, caso ela persista, algumas consequências um pouco mais graves podem acarretar ao consumidor. Confira o post e abaixo e entenda a melhor forma de evitar as taxas de juros das dívidas pendentes!

O que acontece quando há inadimplência com um empréstimo bancário?

Deixar de arcar com qualquer débito pessoal pode se tornar uma dor de cabeça no futuro. No entanto, talvez os mais chatos de lidar sejam as dívidas bancárias, referentes a empréstimos ou qualquer outra coisa que envolva uma instituição financeira. Nesses casos, em pouco tempo de inadimplência, há uma boa chance do nome do consumidor ser cadastrado no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Com isso, todos os benefícios relacionados a crédito, como o cheque especial e o próprio cartão de crédito, são confiscados da pessoa em questão até que as dívidas sejam quitadas. Não só o SPC, mas outros serviços desse tipo, como o Serasa, também agem para impedir que um consumidor inadimplente não tenha acesso ao crédito.

Conheça  três das principais causas da inadimplência:

Ter acesso negado a serviços de crédito pode ser uma dor de cabeça maior do que parece. Já imaginou, por exemplo, não poder parcelar a compra de um imóvel? Confira abaixo três das principais causas da inadimplência:

1- Gastar sem prestar atenção nos números

Não ter controle sobre os próprios gastos é um costume, infelizmente, comum para várias pessoas. Nesse caso, o cartão de crédito estoura com facilidade, e até mesmo o cheque especial acaba sendo utilizado para que o consumidor consiga terminar o mês sem chegar ao zero.

 

Gastar desenfreadamente é uma péssimo hábito. Além de fazer com que a pessoa utilize seu dinheiro com mais rapidez do que deveria, as dívidas adquiridas nesse processo podem acabar se tornando uma bola de neve. Certamente, é necessário planejar os gastos mensais para evitar que a conta esteja no vermelho ainda no meio do mês.

2- Não controlar o uso do cartão de crédito

O cartão de crédito pode ser muito útil para várias situações, mas, sem saber usá-lo, ele pode ser uma das maiores dores de cabeça do consumidor com relação a sua vida financeira. Os juros dessa modalidade de crédito são altíssimos — chegando a ser superiores a 10% ao mês —, e esse é só um dos contras de não controlar o seu uso.

Com dívidas e mais dívidas referentes ao cartão de crédito, os juros acabarão se tornando cada vez mais presentes no débitos do consumidor. Nesse sentido, parcelar um monte de compras no cartão pode não ser uma boa ideia, assim como possuir um limite maior do que os ganhos mensais.

3- Usar todo o limite do cheque especial

Pior que as taxas do cartão de crédito, o cheque especial pode ser ainda mais perigoso financeiramente para um consumidor. O principal problema, nesse caso, está em tratar esse crédito como dinheiro próprio. Desde já, saiba que o dinheiro do cheque especial não é seu, e, sim, do banco — podemos considerá-lo como um empréstimo automático.

 

Usá-lo tranquilamente como se fosse dinheiro próprio é pedir para ser cadastrado no Serasa e SPC. Tendo juros altíssimos para os inadimplentes, o cheque especial é uma das eventuais dívidas mais fáceis de se tornar uma bola de neve. Por ser um “empréstimo” sem a necessidade de garantia por parte do consumidor, os juros não aliviam nas tarifas.

Siga essas dicas para evitar a inadimplência

Para saber como reduzir inadimplência, a primeira atitude a se tomar é traçar um planejamento financeiro. Como visto anteriormente, as principais causas para algum consumidor se tornar inadimplente é o ato de gastar desenfreadamente, sem ter noção das contas e dos números envolvidos.

 

Ao começar o mês, é uma boa ideia anotar todas as contas que serão pagas e o quanto de dinheiro sobra para uso pessoal. Com isso, sabe-se melhor o quanto está, realmente, disponível para ser gasto durante o mês. Outra dica interessante é estabelecer uma reserva de dinheiro para emergências. Nunca se sabe quando uma determinada quantia pode ser necessária, e ter uma reserva pode ser fundamental para lidar com isso.

O refinanciamento pode ser uma boa ideia para trocar as dívidas

Negociar dívidas é algo que muita gente acabará fazendo em algum momento da vida. Por isso mesmo, é importante saber como agir em situações desse tipo. Esperar o débito prescrever, por exemplo, pode não ser a melhor ideia — visto que, se tratando de dívidas bancárias, essa espera fará com que o consumidor não tenha crédito por, pelo menos, cinco anos.

Refinanciar o próprio imóvel, então, se torna uma opção para aqueles que detém um e precisam de uma quantidade elevada de crédito para quitar as dívidas. Nesse caso, é possível adquirir o montante necessário para pagar todas as contas atrasadas, ficando, assim, apenas com a dívida do próprio refinanciamento.

A vantagem está nos baixos juros dessa modalidade de crédito, além do longo prazo de pagamento — que pode chegar, por exemplo, em 20 anos. Para tornar a opção ainda mais vantajosa, solicite um refinanciamento de imóvel em nosso site para que possamos encontrar a melhor taxa do mercado para você!

 
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