Em números: Qual o empréstimo mais barato do mercado atualmente?

Juros de cartão de crédito chega a ser trinta e três vezes mais caro que taxa da modalidade de empréstimo mais vantajosa do mercado: refinanciamento imobiliário

Na última semana, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) optou pela manutenção da Selic em 14,25% ao ano, maior juro desde agosto de 2006. O valor é o mesmo desde julho de 2015.

Ainda que haja estagnação na taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), o mesmo não ocorre com as tarifas de cartão de crédito. Segundo dados da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC), a taxa de cartão de crédito para pessoa física bateu recorde, após a 20ª alta seguida: 15,12% ao mês e 441,76% ao ano, maior nível tarifário desde 1995. No cheque especial, também houve aumento: 11,54% ao mês e 270,82% ao ano, maior patamar desde 1999. 

Os números alarmantes seriam suficientes para que o consumidor brasileiro utilizasse o cartão de crédito com mais cautela. No entanto, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Logistas (CNDL), 54,7% dos usuários do cartão de crédito desconhecem os juros cobrados no pagamento de faturas em atraso. 

“Qual a melhor alternativa para quitar minhas dívidas?” – O maior problema de quem adquire uma dívida são os juros. Há quem esteja endividado com diversas fontes e há quem possua apenas uma dívida, para ambos os casos a alternativa mais adequada para quitação de débitos é trocar as dívidas caras por uma dívida barata. “O indivíduo que se encontra endividado precisa focar em encontrar uma alternativa a juros mais baixos. Essa ação, conhecida como reestruturação de dívida, torna-se ainda mais importante quando há um acúmulo de dívidas, já que concentrar todas em uma dívida só faz com que o gasto com juros seja exponencialmente menor”, recomenda o Mestre em Finanças, Rafael Sasso.

Há quem se assuste com a ideia de fazer mais uma dívida, mas a ideia é que esta última não seja mais uma e sim a única. Uma modalidade de crédito cada vez mais utilizada no país é o refinanciamento imobiliário. Através dessa modalidade de crédito é possível se livrar das altas taxas de juros visando a quitação de débitos antigos e o benefício de ainda ter algum dinheiro ao fim de cada mês. Atualmente, as taxas mensais médias dos cartões de crédito giram em torno dos 15%, cheque especial 11,5% e empréstimo pessoal bancário 4,5%. Já no refinanciamento imobiliário a tarifa praticada atualmente é de 1,05% ao mês e 13,36% ao ano.

Pensando em nossos usuários, a Melhortaxa desenvolveu uma calculadora voltada para a reestruturação de dívida. Com ela, é possível ter o panorama da situação da dívida e estimar quanto seria possível levantar com os bancos em refinanciamento imobiliário. Clique na imagem abaixo e faça uma simulação!

Vantagens do refinanciamento imobiliário

1 – Taxa de juros baixa: no crédito com imóvel em garantia, você encontra índices a partir de 13,36% a.a., enquanto as taxas de empréstimo pessoal giram em torno de 71,15% a.a.

2 – Prazo de pagamento longo: até 240 meses (empréstimos pessoais solicitam a quitação da dívida em até 60 meses)

3 – Volume maior de crédito: é possível obter até 50% do valor avaliado do imóvel

4 – Liberação rápida do dinheiro: o levantamento de capital pode ser feito em média 45 dias úteis

5 – Uso livre do capital levantado: não há qualquer tipo de restrição para o uso do dinheiro

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