Alternativa mais barata para quitação de dívidas

Centralização de dívidas viabiliza única prestação mensal com juros menores e prazo estendido

Segundo dados da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC), a taxa mensal médias dos cartões de crédito atualmente gira em torno dos 13% e do cheque especial chegou a 12,28% a.m., maior patamar desde 1999. Os números alarmantes seriam suficientes para que o consumidor brasileiro tivesse maior cautela na escolha pelo recurso de empréstimo. No entanto, segundo pesquisa divulgada no último mês pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Confederação Nacional de Dirigentes Logistas (CNDL), 59% dos usuários do cartão de crédito sequer sabem as taxas cobradas em caso de atraso no pagamento. A pesquisa apontou ainda que para 90% dos consumidores o uso de cartão de crédito impõe riscos à vida financeira.

O maior problema de quem possui dívida são os juros. Há quem esteja endividado com diversas fontes e há quem possua apenas uma dívida, para ambos os casos a alternativa mais adequada para quitação de débitos é trocar as dívidas caras por uma dívida barata.

O indivíduo que se encontra endividado precisa focar em encontrar uma alternativa a juros mais baixos. Essa ação, conhecida como reestruturação de dívida, torna-se ainda mais importante quando há um acúmulo de dívidas, já que concentrar todas em uma só dívida faz com que o gasto com juros seja expressivamente menor”, recomenda o mestre em finanças e docente da FIPECAFI, Rafael Sasso.

“Qual a melhor alternativa para quitar minhas dívidas? ” – Uma modalidade de crédito cada vez mais utilizada no país é o financiamento com garantia em imóvel. Nela, o cliente coloca uma garantia concreta sobre o empréstimo – nesse caso, o imóvel. Tendo a garantia, as instituições financeiras correm menos risco de calote e isso se reflete na taxa cobrada pela liberação de crédito e na quantia ofertada. Através do refinanciamento, é possível levantar até 50% do valor do imóvel, com prazo para quitação de até 20 anos (empréstimos pessoais solicitam que a dívida esteja quitada em até 5 anos), a partir de 1,15% a.m.

A ideia de fazer mais uma dívida pode assustar, mas a estratégia tem objetivo de tornar o empréstimo com imóvel em garantia não mais uma parcela e sim a única no orçamento do solicitante.

Exemplo de empréstimo com imóvel em garantia - Um indivíduo de 40 anos, com um imóvel avaliado em R$ 500 mil reais consegue levantar, através do empréstimo com garantia em imóvel, até 50% desse valor. Caso ele solicite R$ 100 mil, é necessário que comprove uma renda de cerca de R$5 mil. A prestação pós-fixada para essa solicitação ficaria em torno de R$ 1.520.

O planejamento financeiro de quem deseja contratar esse tipo de crédito deve ser minucioso, já que o risco da operação é maior do que em negócios similares. Isso significa, por exemplo, não comprometer mais do que 30% da renda mensal disponível com o pagamento das parcelas.

Comprovação de renda - Sabendo que o imóvel será dado como garantia, o solicitante por empréstimo não se preocupa com a comprovação de renda, mas é um equívoco. “Para o banco, a alienação do imóvel não basta para a liberação de crédito, é preciso checar a capacidade de pagamento do solicitante por crédito. Portanto é imprescindível que se consiga comprovar a renda para o valor solicitado", esclarece a analista financeira especializada em empréstimo com garantia em imóvel, Larissa Ozório.

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